A Aerospace Global News noticia que a ANAC está a avaliar o uso de modelos de linguagem para estruturar e classificar relatos livres de tripulantes sobre ocorrências de fumos na cabine; o artigo não descreve um sistema de IA já implementado. Separadamente, a TAP pediu autorização para operar um analisador de qualidade do ar e sensores a bordo. Segundo a análise citada no artigo, não foi identificada fuga ou avaria em 75% das ocorrências da família A320 e em 64% das ocorrências A330; a ausência de anomalia identificada não prova que não tenha ocorrido exposição.
O relato junta dois caminhos distintos para compreender eventos de fumos: análise de relatos pela autoridade e medição instrumental pretendida pela companhia. O ângulo PTIA é o potencial da IA para organizar sinais de segurança; com validação humana e sem transformar ausência de avaria detetada em prova de ausência de risco.

