Uma entrevista do ECO defende que não basta ter algoritmos e dados: as empresas portuguesas precisam de acesso a computação avançada para transformar IA em produtividade, inovação e novos serviços.
Coloca a infraestrutura de computação no centro da adoção de IA em Portugal e ajuda a explicar porque é que dados e algoritmos, sem capacidade de execução, não chegam para competir.

