As empresas portuguesas BlackRoute e Ethiack entregaram ao Comando de Operações de Ciberdefesa do EMGFA as soluções Digital Sentinel e AI Ethical Hacking. Os sistemas monitorizam continuamente ativos expostos, priorizam vulnerabilidades e automatizam testes de segurança; o projeto custou mais de 920 mil euros, financiados a 100% pelo PRR, e entrou em utilização em junho.

É um caso concreto de compra pública de IA para uma função crítica, com software desenvolvido por empresas nacionais e já integrado numa operação militar. O projeto dá substância ao debate sobre soberania tecnológica: o Estado não está apenas a financiar investigação, está a atuar como primeiro cliente de capacidades de ciberdefesa.