A Meta avança com uma reestruturação da sua equipa, que incluirá demissões em várias áreas, com o objetivo de priorizar investimentos em inteligência artificial. O relato foi avançada pelo New York Times, citando fontes internas.
Isto não é apenas uma aposta de laboratório; é um realinhamento de orçamento, produto e poder de negociação. A tese é que a IA, agora, se torna critério para justificar custo ou corte de equipas. A questão não é se a Meta é a primeira a fazê-lo, mas sim quem consegue, em Portugal, justificar a aposta sem aumentar risco ou dependência de uma única tecnologia.

