Cada vez mais pessoas ligam contas a ferramentas de IA para automatizar tarefas. O artigo alerta para o risco de conceder acessos sem confirmar que dados, serviços e ações ficam efetivamente ao alcance da ferramenta.
A conveniência da automação não substitui a gestão de acessos: uma permissão excessiva pode transformar um atalho num risco.
Para particulares e empresas portuguesas, o ponto de partida é simples: conceder apenas o acesso necessário, rever integrações e retirar permissões que já não são usadas.
A decisão útil não é apenas adotar a ferramenta. É definir que problema resolve, que dados pode usar, quem responde pelo resultado e como se revê o processo quando algo falha.

