Donald Trump criticou as “forças negativas” que defendem abrandar o desenvolvimento da inteligência artificial, num momento em que Dario Amodei, Sam Altman e Elon Musk convergiram em apelos por mais tempo para segurança e auditorias independentes. O Presidente dos EUA rejeita medidas que possam travar o lançamento de modelos ou a construção de centros de dados, enquanto a proposta de Amodei alerta para agentes capazes de dominar a internet em seis a 12 meses sem salvaguardas.
O relato expõe a fratura política entre acelerar capacidades e criar mecanismos de controlo. Para a Europa e Portugal, a divergência norte-americana aumenta o peso estratégico do AI Act, da auditoria independente e da capacidade de definir regras próprias em vez de seguir o ritmo de Washington.
À sexta-feira, uma seleção das histórias mais úteis da semana: o que aconteceu, por que importa para Portugal e o que vale acompanhar a seguir.
Exemplo de leitura: uma empresa portuguesa aplica IA num serviço real; mostramos o resultado reportado, a fonte e o que ainda precisa de ser demonstrado.
Pré-visualizaçãosexta · 9h00
"O que funcionou, o que importa e o que vale acompanhar."
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