Mark Zuckerberg publicou o ensaio 'The Future Is for Everyone', argumentando que o risco central da IA não é a tecnologia em si, mas a concentração de controlo em poucos laboratórios, empresas ou governos. A resposta da Meta chama-se 'superinteligência pessoal': assistentes de IA à medida de cada utilizador, controlados por essa pessoa, em educação, saúde, trabalho e decisões pessoais. Vem acompanhado de dois lançamentos de modelos, um fundo comunitário de 1.000 milhões de dólares, um programa de formação profissional e um modo privado em que nem a Meta acede aos dados. A receção foi muito dividida; críticos dizem que é longo em linguagem utópica e curto em detalhes concretos.

É a visão mais ambiciosa (e mais contestada) de como a IA deveria distribuir-se pela sociedade, vinda de quem tem escala para a impor; vale a pena perceber os dois lados do argumento antes de o produto chegar.