Rui Gonçalves, responsável de tecnologia da KPMG Portugal, defende que a soberania digital inclui chips, capacidade de computação, modelos, dados, aplicações e talento. Portugal dificilmente será independente no hardware de fronteira, mas pode ganhar autonomia através de aplicações, hubs de operações e retenção de valor e competências.
Coloca a soberania de IA num terreno concreto para Portugal: reter talento, criar capacidade de aplicação e capturar valor, mesmo onde a Europa depende de chips e computação externos.
À sexta-feira, uma seleção das histórias mais úteis da semana: o que aconteceu, por que importa para Portugal e o que vale acompanhar a seguir.
Exemplo de leitura: uma empresa portuguesa aplica IA num serviço real; mostramos o resultado reportado, a fonte e o que ainda precisa de ser demonstrado.
Pré-visualizaçãosexta · 9h00
"O que funcionou, o que importa e o que vale acompanhar."
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