Rui Gonçalves, responsável de tecnologia da KPMG Portugal, defende que a soberania digital inclui chips, capacidade de computação, modelos, dados, aplicações e talento. Portugal dificilmente será independente no hardware de fronteira, mas pode ganhar autonomia através de aplicações, hubs de operações e retenção de valor e competências.

Coloca a soberania de IA num terreno concreto para Portugal: reter talento, criar capacidade de aplicação e capturar valor, mesmo onde a Europa depende de chips e computação externos.